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FIGITAL: o que é figital e como adaptar sua empresa a esse conceito!

O termo figital tem tudo a ver com cliente omnichannel, que está cada vez mais presente nas rotinas de quem faz negócios. Esse novo perfil de consumidor tem como uma de suas características o relacionamento com suas marcas preferidas por múltiplos canais.

Uma prova disso vem de uma pesquisa da Maplink: 73% das pessoas usam uma variedade de canais antes de comprar. Elas podem, por exemplo, fazer uma pesquisa no Google, em que obtêm o número do WhatsApp da empresa, pelo qual acessam seu catálogo de produtos e planejam a compra em uma loja física.

É nesse ponto que as empresas que otimizam seus canais digitais e físicos ganham vantagem, já que, hoje, o cliente busca, acima de tudo, por experiências. Vamos ver como colocar esse conceito em prática?

O que é figital?

Provavelmente, você já deve ter observado que figital é a fusão entre as palavras físico e digital. Trata-se de uma nova abordagem, pela qual empresas, sobretudo as que atuam no varejo, se propõem a oferecer mais que produtos, mas experiências memoráveis.

Isso vai ao encontro de outro conceito, o de omnishopper, que é uma maneira de se referir ao cliente omnichannel, destacado logo no início deste artigo. Sendo assim, quando uma marca se propõe a ser figital, ela diz aos clientes e parceiros que seus processos de atendimento, venda e pós-venda online e offline estão integrados.

Como é possível ser figital e se adaptar a esse conceito?

Tendo em vista o papel central do cliente omnichannel nesse novo contexto, é fundamental investir em abordagens em múltiplos canais, otimizando o atendimento. Por isso, é fundamental se adaptar às características desse tipo de cliente, conforme aponta o relatório Shopper Story 2017, da Criteo. Segundo o estudo, o omnishopper é adepto dos seguintes comportamentos:

  • webrooming — ele pesquisa online antes de comprar em uma loja física;
  • clicar e coletar — também faz compras online para retirar em uma loja ou quiosque;
  • scanning/scramming — em suas pesquisas, ele pode digitalizar um produto na loja para encontrar uma oferta melhor online;
  • showrooming — depois de ver um produto na loja, faz a compra no site do mesmo varejista;
  • clicar e enviar — compra um produto online enquanto está na loja física.

Por que essa adaptação se faz necessária?

Não se pode esperar bons resultados nas vendas quando a loja não está preparada para atender às expectativas de clientes tão ativos digital e fisicamente. Como você viu, o comportamento do omnishopper é bastante volátil e, de certa forma, difícil de prever.

Dessa maneira, é preciso se antecipar, preparando seus processos de marketing e vendas de maneira que eles sejam capazes de “fisgar” e reter um cliente do início ao fim. Digamos, por exemplo, que um cliente está na sua loja e opta por “clicar e enviar”. Nesse caso, de pouco valerá ter um produto na loja física se ele não está disponível para comprar via e-commerce, certo?

Definitivamente ser um Marketplace para ser mais Figital

A colaboração e o compartilhamento são movimentos claros dessa grande transformação das empresas.

É certo que ser um e-commerce, hoje em dia, é como ir de veleiro sozinho em alto mar e tentar “fisgar” uma quantidade gigante de peixes. Só que não, né!!!

Então a melhor forma é você ir em grupo, ou seja, ter um marketplace! Isso mesmo… é como você voltasse ao mesmo alto mar, mas agora com um grande barco pescador e cheio de pescadores com o mesmo propósito. Ou seja, você terá muito mais formas e ferramentas para encher seu barco de peixes. Isso é economia colaborativa e compartilhada! Imaginou isso?

Trazendo para sua loja, imagine que você está colocando uma prateleira infinita no seu e-commerce e ampliando sua rede de entrega aos clientes. Assim sua loja física e seus parceiros de venda conseguirão atender o cliente onde e como ele quiser.

Outras ferramentas também são importantes para te ajudar a organizar e serão faladas em seguida, mas o grande elo é saber como sua loja ser Física e Digital, ou seja, FIGITAL!

Outras soluções de integração importantes para aplicá-lo com êxito?

Uma abordagem de vendas e marketing em múltiplas frentes não pode ser bem-sucedida sem o apoio da tecnologia. É onde a automação nas empresas ganha ainda mais força, já que é a única maneira de integrar os canais físicos e digitais e, assim, otimizar a experiência do consumidor.

Ser figital implica adotar soluções que permitam não só atrair, como manter o cliente envolvido do início ao fim sempre que ele tomar uma decisão. Mais ainda, nesse processo, é essencial que sua marca consiga fornecer a ele subsídios e informações que o levem a decidir pela compra. Nesse sentido, destacamos quatro tipos de solução indispensáveis. Acompanhe!

ERP

Um Enterprise Resource Planning (ERP) é o sistema pelo qual uma empresa integra diferentes setores, processos e instâncias em uma única plataforma. Assim sendo, quem pretende ser figital não pode prescindir desse tipo de recurso, que, em geral, é contratado na forma de Software as a Service (SaaS).

Além de unificar processos, um ERP é uma ferramenta extremamente valiosa para desenvolver a Business Intelligence (BI), que conheceremos mais à frente. Afinal, entre as suas funcionalidades, está a coleta, armazenamento, gestão e tratamento de dados para apoiar na tomada de decisão.

CRM

Da mesma forma que não há integração sem um ERP, não existe relacionamento com o cliente sem uma plataforma de Customer Relationship Management (CRM). No novo contexto figital, esse tipo de solução é igualmente valiosa para oferecer experiências melhores porque, com isso, a empresa se habilita a decidir com mais inteligência.

Um CRM pode, por exemplo, apoiar no momento de fazer ofertas e promoções, ajudando a reconhecer leads promissores e aumentando as chances de conversão. Sua marca poderá estar ainda mais próxima dos seus clientes em potencial. Eles terão suas necessidades melhor compreendidas, fazendo com que suas ofertas sejam relevantes.

Chatbot

Pode parecer um luxo, mas um assistente virtual é, hoje, outro recurso quase indispensável. O negócio é sério: de acordo com estimativas da Juniper Research, é esperado que, até 2023, as interações com robôs de atendimento gerem receitas de até US$ 112 bilhões.

Lembre-se, ainda, de que o omnishopper tem um comportamento de “clicar e coletar”, no qual ele pesquisa online para retirar um produto na loja. Com um chatbot, o atendimento ao cliente fica garantido, não importa o lugar e a hora em que ele faça contato com a sua marca.

Business Intelligence (BI)

Considerando o comportamento multifacetado do cliente omnichannel e a necessidade de ser figital para atendê-lo bem, a inteligência artificial desponta como um recurso necessário. Isso porque as empresas mais competitivas tomam decisões essencialmente baseadas em dados.

Elas procuram ser o mais data driven quanto possível para aproveitar todo o gigantesco potencial do Big Data a favor de seus negócios. Em um cenário no qual a disponibilidade de dados é colossal, quem tem BI desenvolvido sai na frente na hora de definir estratégias voltadas a um consumidor que anseia por experiências melhores.

Você conheceu neste conteúdo o novo conceito de atendimento, marketing e vendas pela perspectiva figital e de que forma ele se relaciona com o conceito omnichannel. Introduza-o em seus negócios e, muito provavelmente, seus resultados serão acima da média.

Transforme já sua empresa em Figital

Conheça aqui como ter seu marketplace!

Fonte: Stefanini Group

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Dicas para um Marketplace de Sucesso

Se liga nas dicas do nosso CEO e proporcione ao seu público alvo a melhor experiência de consumo!

Você pode ter lojas offline e online, mas se elas atuam independentemente você é multichannel.

Já o omnichannel oferece experiências integradas e contínuas para o consumidor, com as lojas físicas e digitais se complementando. E essa é uma preferência crescente.

Uma rede com 50 lojas pode ter, em vez de uma filial digital, 50 filiais “Figitais” trabalhando em sinergia para proporcionar a melhor resposta ao consumidor.

Isso também vale para uma marca com 50 distribuidores.

A adoção do omnichannel e das lojas “figitais” cria um modelo completo do novo varejo, e ajuda a proporcionar ao público a melhor experiência de consumo: Aquela que deixa vontade de voltar sempre!

(Henri Le Bourlegat – CEO CaZco Digital)

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Fabricante de tintas Coral cria marketplace e financia varejistas

O segmento de tintas amplia sua atuação no formato de marketplace. A Coral, marca da AkzoNobel, criou ambiente de vendas pela internet de olho na saúde financeira do pequeno e médio varejo em meio à crise.

Uma das estratégias é permitir que, mesmo se o consumidor parcelar a compra em dez vezes, o vendedor receba o valor integral em até 15 dias após a entrega do pedido. Para isso, a Coral vai financiar as operações. Além disso, para atrair varejistas de todo o Brasil, a companhia criou um sistema que permite ao comércio encomendar diferentes cores diretamente da fábrica.

Henri Claude Le Bourlegat, presidente da CaZco Digital, criadora e gestora da operação da Loja Coral, destaca ainda o sistema de geolocalização:

— Quando o consumidor informa o CEP, o sistema traz todos os lojistas mais próximos para o atendimento. Ele escolhe o que preferir.

Para reforçar o marketplace, a AkzoNobel vai permitir a venda de suas outras marcas como Sparlack, Hammerite e Alabastine, além de outros itens de companhias de diferentes segmentos, como Atlas, de pincéis, e Tigre, de tubos e conexões.

Visite: www.lojacoral.com

Fonte: o Globo

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Marketplaces com Geolocalização ajudam a driblar a Greve dos Correios

Tecnologia que aproxima vendedores e clientes multiplica as possibilidades de entregas de encomendas, evitando transtornos nos negócios online

Uma greve dos Correios, como a recém-iniciada, sempre causa apreensão em vendedores e consumidores. Afinal, a estatal é responsável por quase 40% das entregas de encomendas no Brasil, segundo dados da Ebit/Nielsen. Neste momento, em que os transtornos potenciais das paralisações ficam mais evidentes, também ficam mais claras as vantagens dos marketplaces com geolocalização.

 “A plataforma realiza automaticamente a melhor correspondência entre localizações para definir o atendimento mais rápido, além de já calcular o valor do frete…”

A geolocalização é a tecnologia que, por meio do smartphone ou do navegador de internet, aponta onde um usuário está situado. Nos marketplaces, que reúnem múltiplos comerciantes (sellers), áreas de estoque e centros de distribuição, a geolocalização permite o atendimento ao consumidor pelo local de disponibilidade do produto mais próximo. “Além de dar agilidade ao processo e reduzir valores de fretes, a funcionalidade facilita as entregas por transportadoras ou portadores, assim como as retiradas pelos clientes”, afirma Henri Claude Le Bourlegat, especialista em varejo eletrônico e fundador e CEO da CaZco Digital, empresa dedicada a soluções de marketplace.

Nem todos os marketplaces contam com a geolocalização. Naqueles que a utilizam, ela funciona a partir dos cadastros dos vendedores e compradores, quando eles informam seus endereços. “A plataforma realiza automaticamente a melhor correspondência entre localizações para definir o atendimento mais rápido, além de já calcular o valor do frete e dos impostos envolvidos”, explica Le Bourlegat.

O CEO da CaZco Digital acrescenta que a geolocalização também é ideal para marketplaces de franquias. Quando um cliente realiza uma compra no portal, a plataforma direciona o pedido para a loja mais próxima do endereço de entrega. A mesma lógica facilita o trabalho com assinaturas (compras regulares de determinados produtos), modalidade crescentemente adotada pelas redes. “Da mesma forma, o recurso é de extrema utilidade para marketplaces de marcas da indústria, de prestação de serviços ou ainda para os marketplaces B2B, que envolvem transações entre empresas”, observa Le Bourlegat.

Fonte: Mapa das Franquias

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Para lojas online e marketplaces, a plataforma é só um começo

“Como montar uma loja virtual?”

Henri Claude Le Bourlegat. FOTO: DIVULGAÇÃO

Ao digitarmos essa frase nos mecanismos de busca da internet, recebemos em nossas telas, num átimo, mais de 10 milhões de resultados. A lista traz como destaques anúncios e tutoriais prometendo facilidade na implantação de e-shops. Na prática, porém, os vendedores acabam percebendo que a o desenvolvimento e a gestão de canais digitais traz uma série de desafios.

Quem nunca administrou uma loja digital pode não imaginar que, do seu lado do balcão, a experiência não é tão simples e cômoda como é para o consumidor. Algumas pessoas têm falado dessa questão recorrendo a uma analogia que pode soar a clichê, mas que é irresistível: um comércio virtual é como um iceberg. Enquanto compradores, visualizamos somente sua ponta. Como lojistas, temos de lidar também com os 80% da massa que ficam submersos, longe dos olhos do público – ou seja, tecnologia, operação, atendimento, marketing e o administrativo.

Na retaguarda do negócio, o lojista sem experiência em comércio eletrônico irá se deparar com ferramentas específicas, que envolvem curvas de aprendizado complexas. Exemplos: inbound marketing, trade marketing digital, SEO (otimização para motores de busca), administração das ofertas, gestão de conteúdo, banners, design, ações promocionais, sistemas de pagamento e segurança digital.

É muito difícil um negócio comercial ter tempo e recursos financeiros para contratar ou capacitar profissionais de modo a cobrir todas as necessidades de uma boa operação online. O comércio virtual comporta lógicas e dinâmicas peculiares, e essa noção não é importante apenas para quem possui uma loja física e deseja investir em um e-commerce clássico, isto é, um canal online independente. Vale também para quem quer atuar nos cada vez mais valorizados marketplaces.

Assim como os vendedores devem saber das diversas especificidades exigidas para o sucesso de um empreendimento digital, as empresas de tecnologia devem estar aptas a atender os parceiros com todas as competências.

No nosso caso, decidimos priorizar inicialmente a oferta de soluções completas para marketplaces, incluindo arquitetura e gestão total da loja. Alguns clientes, contudo, acabaram optando por solicitar somente o desenvolvimento de um front-end ou a integração a uma plataforma, abrindo mão dos serviços operacionais. Passadas algumas semanas da inauguração de suas lojas, esses parceiros reconsideraram, procurando-nos para contratar o acompanhamento total.

Também temos ouvido, em interações com o trade e proprietários de marcas, relatos quanto a soluções anunciadas como completas para a montagem de lojas (“suítes”), mas que depois surpreendem (negativamente) com suporte insatisfatório, necessidade frequente de aquisições de add-ons e cobranças inesperadas. Casos assim podem manchar a reputação de um todo um segmento econômico.

A meu ver, nós, provedores de infraestrutura tecnológica, devemos nos posicionar como verdadeiros one-stop shops, ou seja, fontes de enxovais digitais e de experiências de máxima conveniência para os parceiros. Em outras palavras, devemos representar para os vendedores o que os marketplaces já representam para os consumidores. Desse modo, todos saem ganhando.

*Henri Claude Le Bourlegat, fundador e CEO da CaZco Digital

Fonte: Estadão – O Estado de São Paulo

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Marketplaces: começar do zero ou investir em serviço especializado?

Para especialista, marketplaces oferecem uma oferta maior e a possibilidade de ter diversos vendedores localizados estrategicamente para atender o consumidor

Uma das mais famosas frases do escritor norte-americano Mark Twain (1835-1910) versa sobre a dificuldade enfrentada pelo ser humano de mudar: “Não nos libertamos de um hábito atirando-o pela janela; é preciso fazê-lo descer a escada, degrau a degrau”.

Em tempos de crise, como o que estamos vivendo, somos forçados a mudar nossos hábitos. Em poucos meses, ações simples de nosso cotidiano, como “cumprimentar”, “socializar” e até “respirar”, adquiriram novos significados. No mundo empresarial não tem sido diferente: com a pandemia, algumas tendências de mercado se aceleraram e outras surgiram, o que tem exigido, de empreendedores, mudanças de hábito que podem significar a sobrevivência de suas atividades.

Uma dessas tendências é a transformação digital. Tem-se falado muito sobre a necessidade de investir no varejo pela internet. Levantamento feito pela ABcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) aponta, por exemplo, que o Brasil abriu mais de uma loja virtual por minuto desde o início do isolamento social. Foram mais de 107 mil novos estabelecimentos na internet entre 23 de março e 31 de maio, levando o negócio a saltar de 135 mil para 242 mil lojas ativas.

Foram mais de 107 mil novos estabelecimentos na internet entre 23 de março e 31 de maio de 2020, levando o negócio a saltar de 135 mil para 242 mil lojas ativas.

ABcomm

Neste contexto, os marketplaces oferecem uma oferta maior e a possibilidade de ter diversos vendedores localizados estrategicamente para atender o consumidor. Além de poderem oferecer mais comodidade, variedade de uma marca ou rede de vendas com uma experiência digital única.

Para as empresas e marcas que já se convenceram de ser um Marketplace, a dúvida fica em montar toda uma estrutura para iniciar do zero ou contratar uma empresa especializada que cuide do 360º dessa estratégia digital.

A criação de um Marketplace a partir do zero exige uma jornada obrigatória, que envolve aprendizado, estruturação e desenvolvimento de processos muito além da plataforma em si. Conhecimento em TI, comunicação, vendas. Criação de departamentos, áreas, procedimentos. Contratação, treinamento e unificação de equipes. Gestão e operação pós-implementação.

Neste contexto surge uma nova modalidade, o Marketplace Solution as a Service. Todos os serviços integrados desde a criação, tecnologia, gestão e operação de Marketplaces Especializados! Quem vende não precisa se preocupar com plataforma ou serviços integrados, nem com a solução de conflitos na migração do off-line para o on-line. Sem ter de lidar com questões funcionais, o vendedor ganha tempo para focar na estratégia do negócio.

Quem vende não precisa se preocupar com plataforma ou serviços integrados, nem com a solução de conflitos na migração do off-line para o on-line. Sem ter de lidar com questões funcionais, o vendedor ganha tempo para focar na estratégia do negócio.

Henri Le Bourlegat

Enquanto desenvolver, montar a operação, iniciar os processos e colocar uma loja digital em funcionamento pode levar de 6 a 24 meses, as soluções completas e personalizadas são entregues entre 3 a 4 meses. A empresa pode focar seus esforços em como atrair mais consumidores e vendedores, não se preocupando com o operacional.

O faturamento dos Marketplaces no país já corresponde a 23,4% do total no varejo digital (R$ 17,6 bilhões, ante R$ 75,1 bilhões em 2019, segundo dados do Compre&Confie). Essa fatia cresce a cada ano e há expectativa de salto ainda maior em 2020 devido à pandemia, o que nos leva à inevitável conclusão de que, realmente, os hábitos estão mudando.

Degrau a degrau, os empreendedores brasileiros estão percebendo que investimentos em transformação digital não só ajudarão a alavancar os seus negócios, como também contribuirão para que o país saia desta crise de forma menos traumática para a economia.


Artigo de Autoria de Henri Le Bourlegat é especialista em transformação digital do varejo e marketplaces. É fundador e CEO da CaZco Digital.


Fonte: Administradores.com.br

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Marketplaces de franquias com geolocalização driblam greve dos Correios

Geolocalização em Marketplace

Tecnologia que aproxima vendedores e clientes multiplica as possibilidades de entregas de encomendas, evitando transtornos nos negócios online

Uma greve dos Correios, como a recém-iniciada, sempre causa apreensão em vendedores e consumidores. Afinal, a estatal é responsável por quase 40% das entregas de encomendas no Brasil, segundo dados da Ebit/Nielsen. Neste momento, em que os transtornos potenciais das paralisações ficam mais evidentes, também ficam mais claras as vantagens dos marketplaces com geolocalização.

A geolocalização é a tecnologia que, por meio do smartphone ou do navegador de internet, aponta onde um usuário está situado. Nos marketplaces, que reúnem múltiplos comerciantes (sellers), áreas de estoque e centros de distribuição, a geolocalização permite o atendimento ao consumidor pelo local de disponibilidade do produto mais próximo. “Além de dar agilidade ao processo e reduzir valores de fretes, a funcionalidade facilita as entregas por transportadoras ou portadores, assim como as retiradas pelos clientes”, afirma o especialista em varejo eletrônico, fundador e CEO da CaZco Digital, empresa dedicada a soluções de marketplace, Henri Claude Le Bourlegat.

Nem todos os marketplaces contam com a geolocalização. Naqueles que a utilizam, ela funciona a partir dos cadastros dos vendedores e compradores, quando eles informam seus endereços. “A plataforma realiza automaticamente a melhor correspondência entre localizações para definir o atendimento mais rápido, além de já calcular o valor do frete e dos impostos envolvidos”, explica Le Bourlegat.

“Dar agilidade ao processo e reduzir valores de fretes, a funcionalidade facilita as entregas por transportadoras ou portadores, assim como as retiradas pelos clientes”

Henri Le Bourlegat

O CEO da CaZco Digital acrescenta que a geolocalização também é ideal para marketplaces de franquias. Quando um cliente realiza uma compra no portal, a plataforma direciona o pedido para a loja mais próxima do endereço de entrega. A mesma lógica facilita o trabalho com assinaturas (compras regulares de determinados produtos), modalidade crescentemente adotada pelas redes. “Da mesma forma, o recurso é de extrema utilidade para marketplaces de marcas da indústria, de prestação de serviços ou ainda para os marketplaces B2B, que envolvem transações entre empresas”, observa Le Bourlegat.

Fonte: O Mundo das Franquias por Rafael Gmeiner 

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